Mãe que teve seu bebê empurrado para dentro durante o parto, recebe indenização milionária

A norte-americana Caroline Malatesta decidiu ter um parto humanizado no nascimento de seu quarto filho. Por isso, optou pelo Brookwood Medical Center, após ver que o hospital garantia instalações diferenciadas para um parto natural. Além disso, o hospital se comprometia a seguir um plano de parto – documento onde a gestante tem certa autonomia para escolher o que quer e o não quer que aconteça durante o parto.

mulher olhando paisagem
al.com

“Decidi ter meu filho em um hospital que parecia apoiar o parto com respeito. Conversei com o médico do hospital e ele estava disposto a apoiar minha decisão pelo parto com o mínimo de intervenções possíveis, no qual eu poderia me movimentar e ter o bebê na posição que considerasse melhor para mim” disse Caroline.

propaganda do hospital com parto humanizado
Propagada do Hospital Brookwood Medical Center

Porém, durante o parto o médico não estava presente e não atendia as ligações, então Caroline resolveu atender todas as orientações das enfermeiras.

mãe e filho após o parto
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A partir desse momento, o “plano de parto” não foi cumprido: em vez de uma banheira no quarto e acolhimento para passar pelas dores do trabalho de parto, ela foi obrigada (e segurada pelas enfermeiras do hospital) a ficar deitada e, também recebeu anestesia epidural e episiotomia sem seu consentimento.

mulher com bebê após o parto
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Quando as contrações mais fortes começaram, ela tentou ter a criança apoiada nos joelhos, mas a enfermeira a virou de costas, à força.

Depois, no momento em que o bebê estava nascendo (coroando), a enfermeira o empurrou para dentro, impedindo que ele saísse.

O marido de Caroline estava presente, mas achou que alguma complicação pudesse estar acontecendo para justificar a forma agressiva das enfermeiras. Após a chegada do médico o parto ocorreu rapidamente, em menos de um minuto.

pais felizes com o nascimento do filho
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Da experiência traumática, Caroline sofreu uma Neuralgia do nervo pudendo, lesão que causa fortes dores crônicas.

pais e bebê no hospital após o nascimento
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mãe e filhos no hospital
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“Eu fui deixada em uma condição debilitada, minha vida sexual se foi. Eu me consulto com um terapeuta e tomo remédios para a dor e para ataques de pânico”, contou Caroline, que decidiu processar a instituição.

mãe e filho
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Em agosto deste de 2016, Caroline foi indenizada em 16 milhões de dólares, equivalente mais de R$ 50 milhões.

mulher sorrindo
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Fonte: Cosmopolitan

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